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J. R. R. Tolkien - Rei Arthur

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Mensagem por King Arthur em Ter Jun 27, 2017 1:47 pm
Nome: ‘Joel’ Johnson R. R. Tolkien
Idade: 49 anos
Nacionalidade/Idiomas: Britânico/Inglês, Espanhol, Português, Árabe
Sexo: Masculino
Raça: Humano – Rei Arthur

Aparência física: Sendo o legítimo rei da Inglaterra, John não se apresenta com desleixo para os outros, uma característica exaltada pelos seus modos e jeito de se vestir. Carrega consigo um resistente trench coat e traja um humilde terno feito especificamente para ele, uma vaidade nas condições atuais. Seu característico guarda-chuva, um dos poucos objetos que o relembra da sua vida antes do Despertar, o protege da persistente chuva britânica.

Seus atributos físicos foram elevados conforme o tempo passou, transformando o antigo John, frágil e deficiente, em apenas uma sombra do imponente e robusto homem atual. Dificilmente ele encontra alguém que sequer atinja a altura de seus ombros, obrigando-o a olhar para os outros por cima, fazendo-o parecer arrogante e superior.

Dono de um olhar intenso, maxilar largo e traços grosseiros, a reencarnação do Rei Arthur emana uma presença única e faz com que as pessoas comuns sintam-se julgadas perante ele. Mantido curto, John usa seu cabelo loiro em uma discreta franja, preferindo dar maior destaque ao seu volumoso bigode. Seu corpo musculoso relembra o semblante das majestosas estátuas gregas, com a peculiar característica de não possuir nenhuma cicatriz marcando sua pele. Apesar de ser britânico, seu tom de pele é mais bronzeado que o de seus compatriotas, resultado das suas viagens pela África setentrional e os países ibéricos.

Personalidade: Um grande homem que se viu no corpo delgado de um jovem escritor, Johnson precisou amadurecer fisicamente e mentalmente para sobreviver nesse novo mundo devastado pelo Despertar.

Antes, quando era um simples humano, várias vezes via sua voz e vontade sendo suprimida pelas dos outros, realizando tarefas e obrigações que não lhe cabiam pelo simples medo de contrapôr seus superiores. Era tímido e covarde, frequentemente se isolando nos livros e histórias que preenchiam o vazio do seu ser.

Foi assim até o dia do seu renascimento. John tornou-se um homem destemido e honroso, sabendo que no âmago do seu ser era O Verdadeiro Rei e deveria viver como tal. Contudo, ainda é uma pessoa racional e sabe como o caos tomou conta dos países e suas populações, não raro vendo-se em situações que precisa sujar suas mãos para sobreviver e cumprir o seu propósito maior. Estando sozinho, aprecia as pessoas verdadeiras que cruzam seu caminho e busca acabar com as atrocidades que infestaram e atormentam o mundo.

História: Filho bastardo de um próspero comerciante britânico, Johnson desde cedo sofreu com as consequências de ser o membro mais dispensável da família. Sua mãe, governanta da casa, não resistiu aos esforços do parto, recaindo sobre seu pai, John Tolkien, a responsabilidade de sua criação. Somado a tragédia materna, o bebê era portador de uma doença congênita que afetara suas habilidades motoras, o que o colocava no lado mais desfavorecido de qualquer embate, social ou físico, levando-o a um isolamento inevitável nas propriedades de seu pai.

O mesmo, um homem sábio, porém ausente devido a natureza de seus negócios, incentivou seu filho bastardo à tornar-se um acadêmico, fornecendo ao mesmo infinidades de textos armazenados em sua magnífica biblioteca, contendo autores e livros britânicos e de outros países, comumente renovados por levas que trazia junto de suas empreitadas comerciais.

Sua vida continuou tranquila até o início da Primeira Grande Guerra, quando uma carta de convocação chegou às suas mãos. Esse também foi o dia que ele tentou se suicidar, afogando-se na banheira da solitária casa de campo dos Tolkien. Teria conseguido se não fosse a chegada surpresa de seu pai, o qual não o visitava há anos, que interrompeu a tentativa frustrada do seu filho. - Johnson, você partirá da Inglaterra antes da primeira luz da manhã! Não deixarei que o levem para ser abatido como um animal nas trincheiras. – Pego diante da ação inesperada de seu pai, Johnson tentou contestá-lo quanto aos perigos que ambos estariam expostos por enganar o exército, a quebra da conduta de honra à pátria e outras diversas falhas naquele plano. - Você irá clandestinamente em uma das nossas embarcações comerciais. Seu destino é o Egito. Deixarei uma quantia de dinheiro esperando por você quando chegar, mas isso é o máximo que posso fazer. Quanto a sua convocação, já paguei um rapaz para se passar por você.

Mesmo estando frustrado com o desfecho que sua vida estava tomando diante de si, Johnson não enxergava outra solução que aquela apresentada pelo seu pai. A cena de sua partida permaneceria fresca em sua mente pelo restante da sua vida: Sentado em uma antiga poltrona com seu pai diante de si, pingava no chão gotas vindas tanto do banho quanto dos seus olhos. Nunca sentira-se tão incapaz e a visão de sua perna atrofiada e sua bengala intensificavam aquela sensação. Não houve nenhum contato humano senão o olhar de seu pai para ele, um oceano tempestuoso que o observava fixamente. - Haverá um carro esperando para te levar ao porto. Não demore para partir pois o tempo é curto. – Então retirou de seu bolso um relógio de bolso discreto, de uma beleza simplória, entregando-o nas mãos de seu filho. – Tenho certeza que você superará as dificuldades que lhe esperam. Você não estará sozinho Johnson. Sua mãe o protegerá. – Surpreendido com as palavras de seu pai, Johnson abriu o relógio e viu a fotografia de uma jovem mulher de um olhar reconfortante. Mas quando levantou-se para agradecer seu único amigo, ele já estava partindo. Enxugando suas lágrimas, viu-se observando a silhueta do carro de seu pai sumindo através da intensa chuva que começara.

Após sua melancólica despedida, os dias quando viajou até o Egito passaram em um piscar de olhos. Por dentro sabia que enfrentaria dificuldades que evitou durante sua vida, mas a realidade que o atingiu fora pior que seus mais aterrorizantes pesadelos. Era um forasteiro britânico em uma de suas colônias, contudo sua situação ilegal o forçava a evitar contato com seu conterrâneos. Contudo a recepção pelo povo egípcio era coberta de puro ódio a seus dominadores cristãos. Mais uma vez John via-se isolado, no meio do fogo cruzado entre grupos aos quais não pertencia.

Sua perseverança fora testada como nunca nos anos que se passaram. Dias de fome. Dias de dor. Dias que deveria estar morto. Dias de solidão, com apenas o céu noturno consigo. Poucas coisas lhe davam motivação para continuar, como sua paixão por absorver a cultura de outros locais. Tornou-se um homem acabado, fraco e com pouca energia, mas afiou sua mente, sua única arma para proteger sua vida. Funcionou, pelo menos até o dia em que Despertou.

Fora em um dos dias mais tensos durante a Segunda Grande Guerra, a tensão causada pelas revoltas armadas nas ruas do Cairo atingiram seu ápice quando o exército britânico utilizou sua brutalidade nos civis inocentes. Cabe fazer uma observação nesse ponto: parece que a violência e o caos são fatores propícios para o Despertar e suas calamidades. A capital rapidamente tornou-se um campo de batalha sangrento e pareceu inevitável que um desastre acontecesse com Johnson.

Ele não deveria estar ali, mas a realidade lhe encarava em uma rua sem saída aonde tentou esconder-se junto com outros civis. Seu tamanho era gigantesco, com seu único olho travado em suas presas. Não demorou para o monstro atacar, avançando sobre uma mulher grávida, o alvo mais frágil. Sem entender o motivo de sua ação, Johnson atirou-se entre eles, sentindo a sensação única de ter seu corpo partido ao meio. Sua consciência logo falhou, com a imagem dos civis fugindo enquanto a enorme criatura aproximava-se de seu rosto…

John nunca saberá se aquele momento durou um instante ou uma eternidade pois no vazio não havia tempo. Não havia espaço, não havia consciência e não havia Deus. Mas houve uma voz, um Chamado que o fez Despertar de seu último sono. - Meu nome… Arthur, agora é seu! – Por um instante não era mais o bastardo ajeitado que tivera que fugir de sua família e sua casa, vislumbrando todo o antigo reino da Grã-Bretanha diante de si. Lembrou-se do grande rei que era, um destino divino que lhe fora dado há séculos passados. Era o próprio Rei Arthur, acompanhado dos seus leais cavaleiros e aquele velho mago, seu conselheiro e grande amigo…

Quando Despertou, não era mais Johnson Tolkien, nem mesmo aquele grande rei. Contudo, não havia tempo para refletir pois o mesmo monstro estava à sua frente, ensanguentado do que deveria ser seu sangue. Reagiu com uma rapidez que nunca possuiu, atingiu seu inimigo com um golpe devastador e sentiu aquilo que nunca teve na sua vida passada: Poder.

A partir desse evento, John começou sua busca por respostas. Era ele a reencarnação do Rei Arthur ou apenas mais um monstro? Por que ele? O que aconteceria agora? O que ele deveria fazer? Quem ele havia se tornado?

Aquele seria o começo da nova vida de Joel, o novo nome que havia escolhido. Sua jornada o levaria de volta à Inglaterra, sua terra-mãe, levando quase um ano, evitando seus perseguidores e exterminadores de monstros. Seu destino era incerto, mas sua vontade permaneceria inabalável...

Inventário:

-Broken Excalibur: A famosa espada dada à Arthur pela própria Dama do Lago. Sua lâmina não resistiu aos séculos e encontra-se quase toda quebrada, restando uma pequena fração acima da guarda-mão.

Habilidades

Merlin’s Apprentice
Nascido em uma época conturbada, Arthur corria sérios perigos de vida. O prudente mago Merlin aconselha que a criança deveria ser educada em um local secreta e que ninguém deveria saber sua verdadeira identidade, tornando-o seu sábio tutelo.

A afiada mente de Joel da sua vida passada fora sobrecarregada pela torrente de conhecimento de quando Despertou. O jovem aprendiz recebeu ensinamentos sobre variadas formas de magia e seus fundamentos essenciais, além do treinamento no manuseio de itens mágicos pelo próprio Merlin; o iluminado rei era um exímio estrategista de guerra, respeitado e temido por todos os seus adversários, os quais derrotou a todos.
Toda a sabedoria e domínio que um dia pertenceram ao Rei Arthur, agora são de Joel.

Chosen King of Great Britain
O filho primogênito do grande rei Uther Pendragon, Arthur provou ser, diante da Grã-Bretanha, o sucessor do trono ao retirar a espada encantada que estava presa a uma rocha. Escrita na lâmina, as palavras em ouro confirmavam a profecia do legítimo rei.

Por ser o cálice para o espírito do Rei Arthur, Joel foi banhado pela mesma graça real que tornou esse uma lenda. Sua força vital supera a de um homem comum, elevando seu corpo e alma a serem capazes de executar atos dignos de lendas.

Knights of the Round Table
O Rei Arthur possuía um seleto grupo de impressionantes cavaleiros à sua volta, Os Cavaleiros da Távola Redonda, seus conselheiros mais fiéis. Juntos eles defendiam o povo da Grã-Bretanha de seus maiores perigos; dragões, gigantes e cavaleiros negros.

Após Despertar nos tempos atuais, Joel deparou-se sozinho em sua jornada. Sabendo disso e lembrando-se dos antigos companheiros do Rei Arthur, ele despertou a habilidade de nomear as pessoas mais dignas que encontrar para tornarem-se seus novos cavaleiros.
À quem receber tal honraria será garantido a benção dos poderes sobre-humanos de Joel, recebendo as habilidades físicas dos grandes guerreiros arturianos, claramente em um nível inferior comparado ao do rei britânico.
Além dos poderes concedidos, Joel e seus cavaleiros possuirão uma forte conexão entre si, um laço de confiança que só será quebrado por uma traição imperdoável. Os Cavaleiros da Távola Redonda conseguirão se comunicar mentalmente entre si por grandes distâncias.
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Mensagem por O Desperto em Ter Jun 27, 2017 6:41 pm


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