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Narcisse Bellerose - Hades

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Mensagem por Gilmour em Dom Jun 25, 2017 6:11 pm
Nome: Narcisse Bellerose
Idade: 20
Nacionalidade/Idiomas: França - Francês, Inglês e Russo
Sexo: Masculino
Raça: Deus - Hades

Aparência física:
O homem possui uma altura razoável, tendo apenas 1,74m; o que combina com seu porte físico que por sua vez não é muito robusto, porém não chega a ser magro demais, é apenas normal. Seu peso  não passa do moderado, tendo 75kg.

Sua pele é extremamente pálida e chega a ser quase tão branca quanto seus cabelos lisos, que têm suas madeixas partidas ao meio, não cobrindo seus brilhantes olhos azuis.Seu rosto é belo possuindo  traços finos que chegam a ser quase femininos devido a sua origem europeia.
Personalidade: Narcisse é um homem que sempre foi distante, desde sua infância, falando apenas quando lhe é requisitado ou quando vê que é extremamente necessários. Em suma, no âmbito social é taciturno, ora ou outra pode-se ver o rapaz fazendo observações melancólicas ou fúnebres.

Contudo, sendo fruto da relação entre um escritor famoso e uma mulher simples -que há muito já faleceu, faz com que o homem seja bastante educado e também um ávido leitor, fã de Allan Poe e Lovecraft. Há também certa paixão por poemas e quase todos os estilos de arte, como a música por exemplo.

Há certa crueldade em seu jeito, emoções que normalmente são vistas sendo demonstradas pela mais diversa variedade de pessoas raramente tomam seu corpo; seu semblante é como o de uma estátua. Seus atos são sempre bem pensados antes de serem executados e sua preocupação com como estes podem afetar as demais vidas é inexistente. Opta por independer de outras pessoas e também de ajudar, exceto quando lhe é pedido, é um rapaz educado afinal.

Sua bondade e disposição mínima que transparece mediante um pedido de socorro se vê, como as emoções, nula quando se trata de alguém que Narcisse acredita merecer punição, não exercendo a mesma entretanto, sujar suas mãos é algo que não vale a pena se não for para atingir seus objetivos pessoais.

Suas metas, até o momento em que despertou, eram inexistentes, seu objetivo era viver sua vida como qualquer outro, estudar, ter um emprego, uma família e perecer, caindo no esquecimento. Entretanto isso mudou quando despertou, seu objetivo agora era algo diferente; poder, se tornar forte para que pudesse um dia voltar ao submundo e reiná-lo em paz, permanecendo indiferente sobre a vida dos demais mortais.
História: Nascido em uma família rica em París, Narcisse teve uma vida comum e pacata, repleta de privilégios. Houve poucos momentos em que sentiu verdadeiramente algo, sendo um destes a morte de sua mãe que pereceu devido a uma doença terrível aos seus 6 anos.

Sua infância solitária com seu pai não lhe deixou triste ou o fez se sentir sozinho, apenas sentiu-se indiferente como para todas as situações diversas que surgem no seu dia-a-dia, cresceu achando sua vida entediante, mantendo uma relação distante para com os serventes da família e até mesmo seu pai.

Aos poucos começou a seguir os passos de seu progenitor, lendo para se afastar do mundo a sua volta e se interessando cada vez mais em livros, em especial os de horror. Passou a estudar sobre leitura, redação, poesia entre outras manifestações da escrita e até cogitou começar a escrever seu próprio livro.

A vida de Narcisse, considerada por ele pacata, estava correndo de forma comum e usual, até que o inesperado ocorreu. Seu corpo adormecido no conforto de seu quarto aos poucos acordava devido a um incômodo; um cheiro horrível impregnava sua vasta residência, suas narinas mal podiam respirar e seus olhos, ao abrirem assustados e desesperados, encaravam a cruel realidade; fumaça.

Não havia dúvidas de que sua casa se encontrava em chamas, aos poucos perecendo ante ao imponente fogo que se instaurava em sua estrutura. Os gritos de socorro dos criados e o pedido de ajuda de seu pai eram desesperadores; nada além de animais implorando por ajuda. Narcisse não sentia necessidade de resgatá-los, no momento apenas sua vida lhe importava.

Seu pai, quando sua bela esposa ainda era viva, cultivava relações extraconjugais com uma das empregadas. Os servos, com sorrisos falsos e intenções errôneas por detrás de seus atos; queriam apenas o dinheiro. Eram pecadores, não era a missão do jovem julgá-los tampouco puni-los, mas eles tinham o que mereciam, deveriam pagar pelos seus pecados e Narcisse não ousaria interferir.

O pálido rapaz descia as escadas, o cheiro apenas piorava e ele era obrigado a cobrir seu rosto para impedir ao menos um pouco a passagem de fumaça, para que esta não se instaure em seus pulmões sadios. A cada segundo passado o cheiro piorava e o calor aumentava. Agora já estava no térreo, a entrada o encarava, as grandes portas se encontravam entreabertas.

Os passos, desesperados e apressados levavam Narcisse à saída de seu lar; a salvação. Faltavam dois ou três passos para a liberdade; ouviu-se um barulho. Após o barulho, caiu a sua frente destroços em chamas, impedindo sua passagem, nada podia ser feito; morte certa.

Naquele dia, após desmaiar em sua residência em chamas, Narcisse sonhou, em seus devaneios viu-se diante de um lugar desconhecido e inóspito, à sua direita havia um jardim de beleza sem igual enquanto que de resto apenas podia ver solos inférteis, duros e secos, sem qualquer resquício de vida além de projeções etéreas que perambulavam e eram punidas de formas indescritíveis.

Podia ser avistado também um trono, negro e robusto, que era circundado  por cinco rios e, sentado, ele via uma imagem de si mesmo, governando aquele local. Calmamente Narcisse despertou vendo-se em uma cama de hospital, com seu braço direito queimado e diversas enfermeiras cuidando dele, lhe foi notificado que seu pai e seus serventes morreram e ele, por pouco, fora o único sobrevivente.

Passaram-se alguns meses e agora o jovem está completamente recuperado e acostumado com seu “novo eu”. Narcisse não fez muito até então, tomou posse do matrimônio de sua família como único filho e herdeiro e comprou uma pequena residência com não mais que uma servente, pois o mesmo apesar de ter nascido em berço de ouro, não se apega a bens materiais ou a pessoas.

Inventário:

Descrição:Um anel adornado com um brilhanta cristal cor esmeralda, parece um item simples porém se treta de uma chave para o submundo. O desperto pode cortar a si mesmo com o cristal, que se tornará carmesim por um breve momento e conjurará uma passagem para o mundo dos mortos, que se fechará automaticamente após 3 segundos. Enquanto aberto, não sabe-se o que pode sair da fenda e não se pode controlar a não ser que Hades tenha poder para demonstrar sua soberania naquele local. O simples fato de o deus entrar em contato com seu reino o fortalece, não exigindo necessariamente que ele entre no local.

O cristal então fica branco; perde sua cor. Quando volta a ser verde, é sinal de que está pronto para ser usado novamente. Normalmente é necessário um longo período de tempo até ele "recarregar"

Habilidades

Grilhões do Submundo

Descrição: É de conhecimento mútuo que Hades é o deus do reino dos mortos; o submundo.  Isto é, possuir controle sobre as almas deste plano; desde o Tártaro -lugar onde são punidas as almas de má índole, até os Campos Elísios -local para onde vão as almas dos justos e daqueles que seguem a um deus ou são escolhidos por eles.

O desperto do deus Hades conjura então grilhões etéreos e as correntes, ao atingirem um ser vivo, se prende em sua sua alma, ignorando a carne e outros objetos sólidos, o desperto então tem a capacidade de puxar seu espírito, projetando-o para fora do corpo do alvo. A alma, que permanece inerte, pode ser ferida e manipulada pelo conjurador, o que afetará diretamente o alvo.

Os Cinco Rios

Descrição: No submundo há cinco Rios; Rio Aqueronte (Dor), Rio Cócito (Lamento), Rio Flegetonte (Fogo), Rio Lete (Esquecimento) e Rio Estige (Invulnerabilidade)

O desperto de Hades, sendo deus do Submundo, fortalece ao seu corpo a partir das propriedades de seu reino, invocando seu bidente para auxiliá-lo a empregar as propriedades de cada Rio:
O Rio Aqueronte lhe confere  a habilidade de saber as verdadeiras intenções daquelas a sua volta, como um sexto sentido, permitindo-lhe ter noção de quando será traído, atacado ou quando alguém irá fugir ou está mentindo por exemplo (não há a necessidade da conjuração do artefato);
O Rio Cócito lhe permite fazer as almas humanas lamentarem, ou seja, quando as almas tocadas por seu bidente, sentem um extremo pesar em seu coração ;
O Rio Flegetonte pode queimar as almas, punir o espírito, sendo assim, quando tocadas pelo bidente, a alma do alvo arde em chamas queimando também sua carne;
O Rio Lete faz o alvo se esquecer de acontecimentos, sejam eles recentes ou não, necessita também do toque do bidente;
O Rio Estige garante que o desperto de Hades tenha invulnerabilidade a ataques que não afetem seu coração.

Nota: O bidente é etéreo, não pode ser usado para tocar qualquer coisa física, apenas afeta almas e/ou espíritos.

Sustento

Descrição: A desgraça, a fome, o medo, a tristeza, a punição, a dor, qualquer sensação ruim que se possa imaginar é o que prevalece no reino de Hades e isto lhe fortalece, lhe alimenta.

Quando diante de tais sentimentos, o desperto se sente em casa; a vontade. Seu poder e espírito são alimentados pela negatividade da atmosfera, tornando-o mais forte e poderoso, lhe revigorando.

Rei dos Mortos

Descrição: Hades; aquele que impera o reino dos mortos, onde vagueiam todas as almas  tanto dos bons quanto dos  maus; a vida após a morte.

Quando um humano perece, uma projeção astral se mostra acima de seu corpo sem vida; sua alma. O desperto possui a capacidade de se translocar para a localidade onde se encontra a alma, onde a morte prevalece.

Deus do Submundo

Descrição: É de se imaginar que um rei não há de ser punido em seu próprio reino e assim é com Hades, ou seja, quando aquele que contém o espírito de Hades morre, a alma do deus possui um destino diferente das demais; não vai para o Tártaro tampouco para os Campos Elísios.

Seu espírito, anda pelo submundo bem como os outros, porém não é atormentado ou punido como os demais; sua alma é mais poderosa do que as outras e seus servos a reconhecem e permitem que esta vagueie pelo seu reino, deixando que retorne ao mundo dos vivos livremente, tomando o corpo de um humano já falecido.


Última edição por Gilmour em Ter Jun 27, 2017 12:20 pm, editado 3 vez(es)
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Mensagem por O Desperto em Seg Jun 26, 2017 9:55 pm


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